Vencedores de 2017 da ACD Braga foram condecorados na cidade de Fafe

A “sala de visitas do Minho”, forma como é popularmente conhecida a cidade de Fafe, voltou a centrar as atenções dos columbófilos no distrito de Braga. Depois de em janeiro ter acolhido a 44.ª Exposição Nacional e Pré Olímpica de Columbofilia, o município recebeu, no passado sábado, dia 16 de setembro, a gala de entrega de prémios, relativa à campanha desportiva de 2017, da Associação Columbófila do Distrito de Braga (ACD Braga) .

A receção aos convidados foi feita no Teatro Cinema de Fafe, local onde foram dinamizadas diversas atividades de cariz cultural e onde decorreu a cerimónia de entrega de prémios. O jantar de gala decorreu no restaurante Casa do Gandião, também em terras fafenses. O Cartaz- GALA ACD BRAGA 2017.

Veja um vídeo com os diversos momentos do dia, produzido pela Escola Profissional de Fafe, parceiro oficial da organização da gala.

Algumas fotografias do dia.

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O evento contou com diversos momentos culturais.

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Um dos “pontos” altos foi a declamação de um poema, a cargo da professora Leonor Castro. O trabalho da aluna Francisca Valente, do 11º ano da Escola Secundária de Fafe, foi escrito para a 44ª Exposição Nacional e Pré-Olímpica de Columbofilia, numa altura em que a estudante estava no 10º ano. A entrevista com a professora responsável pode ser lida a seguir ou Gala ACD Braga 2017- Entrevista Leonor Castro.

Ação cultural relacionada com o Concurso de Escrita.

Professora responsável Leonor Castro

1-O que foi dinamizado durante a gala do passado sábado?

Leonor Castro (LC) – No passado sábado, 16 de setembro, procurei fazer uma breve contextualização do poema que iria ser declamado por mim, uma vez que a sua autora, a aluna Francisca Valente, que frequenta agora o 11º ano da Escola Secundária de Fafe, não pôde estar presente. À semelhança de outros textos, o poema resultou de um Concurso de Escrita, uma das atividades desenvolvidas no âmbito da 44ª Exposição Nacional e Pré-Olímpica de Columbofilia.

2-Quantos alunos estiveram envolvidos no concurso de escrita que foi desenvolvido para a Exposição Nacional, que decorreu em Fafe, em janeiro?

LC –A atividade foi proposta a todos os Agrupamentos de Escolas de Fafe, visando alunos do 1º ao 12º ano de escolaridade.

3-Quantas escolas participaram?

LC – O desafio surgiu numa fase que não era favorável à adesão, ou seja, bem próximo do final do 1º período letivo, momento em que os professores, agentes fundamentais de divulgação e motivação, estão completamente absorvidos pelo trabalho inerente ao momento de avaliação, e os alunos estão já cansados e a pensar nas férias. Mesmo assim, registámos com agrado a participação de dois dos três Agrupamentos de Escolas de Fafe, nomeadamente o Agrupamento de Escolas Professor Carlos Teixeira e o Agrupamento de Escolas de Fafe (concretamente a escola secundária).

4-Em relação aos alunos que participaram, gostaram da iniciativa?

LC- Esse foi um dos aspetos mais gratificantes, perceber que, pese embora o anseio pelas férias, os alunos quiseram ainda pesquisar, recolher e trocar informações, dar asas à criatividade e escrever sobre o pombo-correio.

5- Que opiniões recebeu?

LC– Como professora, tenho consciência de que nem sempre as diversas atividades ou desafios conseguem motivar as crianças e jovens. As solicitações são tantas e tão diversificadas que não é fácil conseguir que tenham tempo e/ou vontade de escrever. Ora, colocá-los a escrever sobre o pombo-correio, de que muito pouco sabiam, poderia ter simplesmente passado ao lado dos seus interesses mas, felizmente, não foi isso que aconteceu. De imediato, as perguntas foram muitas, a curiosidade também! Daí até à admiração por essa ave tão simpática foi um pequeno passo, ou um breve voo, que será mais adequado! Com as pesquisas que iam fazendo, os alunos mostravam-se admirados, rendidos à história das capacidades e às diversas utilizações do pombo-correio.

6-Sente que a poesia pode ter ajudado a aproximar os alunos da columbofilia?

LC- Sim, neste caso, não só a poesia mas a escrita. Até porque o texto apresentado no sábado foi o único escrito em verso. Predominaram os textos narrativos, alguns de grande qualidade em termos de escrita e, acima de tudo, pela capacidade que os alunos demonstraram de fazer do pombo-correio personagem fundamental para o enredo. Surpreendeu-nos a capacidade dos alunos nesse sentido, quer nos textos que retratavam os tempos contemporâneos, quer naqueles em que procuraram recriar outros tempos, como a época medieval, por exemplo, ou mesmo cenários da Guerra Mundial.

Claro que, às vezes, a capacidade criativa permitia-lhes atribuir ainda mais “poderes e habilidades” ao pombo. Mas até aí era enternecedor perceber o lado algo místico com que encaravam e apresentavam a ave.

7- Este tipo de atividades é benéfica para a formação dos alunos?

LC-Claro que sim! Desde logo, por ter sido capaz de despertar o interesse de crianças, adolescentes e jovens; depois, e precisamente por causa desse interesse, a motivação para pesquisar e, sobretudo, escrever e produzir textos. Se somarmos a isto o facto de o estarem a fazer sobre o pombo-correio e tendo presente toda a história rica desta ave, bem como  a importância que assume hoje a columbofilia enquanto modalidade desportiva, podemos afirmar com orgulho que foi, de facto, uma pertinente,  interessante e bem conseguida atividade.

8- Que avaliação final faz ao Concurso de Escrita e à parceria com a ACD Braga?

LC- Por tudo o que referi, entendo ser mais que justo dizer que o balanço é extremamente positivo. Esta parceria é um excelente exemplo de como é possível estabelecer laços entre a escola e a comunidade. A ACD Braga e os proponentes desta iniciativa acabaram por proporcionar um momento educativo, cultural e lúdico. Foi um prazer colaborar! Confesso que também eu fiquei rendida ao pombo-correio! Na manhã do dia 6 de janeiro, quando estava prestes a arrancar a 44ª Exposição, também eu escrevia…

“Asas de gelo amanheceram os campos

E por mim seguiria a mensagem

Secreta

Terna

Doce

Mergulhada nos meus olhos

Escrita pelas minhas penas

Se um pombo fosse…”

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Participaram nesta ação os alunos do Agrupamento de Escolas Professor Carlos Teixeira e do Agrupamento de Escolas de Fafe. Mostramos-lhe o “poema – “O mensageiro alado” de Francisca Valente.

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Mais algumas imagens do dia.

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Um dos “anfitriões” do evento foi o presidente da direção da ACD Braga, José Luís Barros. A FPC entrevistou o responsável, que fez um balanço da campanha desportiva de 2017, falou sobre a gala de entrega de entrega de prémios e analisou o mandato que a atual direção bracarense está a terminar. A entrevista pode ser lida em seguida ou GALA ACD BRAGA – Entrevista José Luís Barros.

GALA ACD BRAGA 2017 – ENTREVISTA

Presidente ACD Braga-José Luís Barros

1- Que balanço faz da gala do passado sábado?

José Luís Barros (JLB) – O balanço é muito positivo. Mais uma vez foi visível a satisfação e uma justa vaidade dos columbófilos que subiram ao palco de um edifício magnífico, o Teatro Cinema de Fafe, para tomarem a sua posição no pódio, serem aplaudidos e ostentarem os seus merecidos prémios. É de salientar a excelente adesão por parte dos columbófilos e das respetivas famílias. Foi bonito ver a plateia cheia a aplaudir os premiados e, também, as participações culturais que contribuíram, muito, para engrandecer a Gala que encerra a campanha desportiva de 2017.

2- Numa estimativa, quantos columbófilos do distrito estiveram presentes?

JLB- Tivemos uma “boa casa”. Foram cerca de 20% dos amadores praticantes a marcarem presença na gala acompanhados das suas famílias, Tivemos também as presenças de amigos, da FPC, da ACD Aveiro, da ACD Porto e da ACD Viana. Na globalidade, na Gala no Teatro Cinema e no Jantar, estiveram cerca de duzentas e cinquenta pessoas.

3- No geral, enquanto presidente da ACD Braga, que análise faz à campanha desportiva de 2017?

JLB-A campanha de 2017 foi marcada por algumas decisões de ocasião, pondo à prova a responsabilidade e competência deste quadro diretivo. As medidas adotadas comprovaram ser adequadas,  fazendo desta época um ano com menos incidentes dignos de registo e uma baixa percentagem de perda pombos.

4-Ainda em relação à campanha de 2017. Qual é o aspeto mais positivo para a ACD Braga? E o mais negativo?

JLB- Falando de aspetos positivos ou negativos quero salientar, em primeiro lugar, a constatação de que 2017 foi mais uma campanha em que registámos um ligeiro aumento do número de columbófilos praticantes. Num segundo plano, sublinho a excelente relação de cooperação com as associações de Viana do Castelo, Porto e Aveiro, bem como com todo o quadro federativo. É de salientar também, o reforço de confiança e boa relação das coletividades, para com a atual Direção e Conselho Técnico da ACD Braga.

Em termos negativos não consigo registar nada de relevo para tal.

5- No passado sábado (16 de setembro) as atenções do distrito voltaram a estar centradas em Fafe. O dia foi dedicado à columbofilia, mas teve outros pontos altos. Pedia-lhe que nos falasse de alguns?

JLB-  É verdade. Para além do coroar dos campeões, tivemos na Gala quatro momentos culturais de elevado nível, que despertaram as atenções e enriqueceram o evento. Falamos da participação da Academia de Música José Atalaya, com um momento de Piano, Saxofone e Trompete, o grupo de cavaquinhos da Associação ARCO, a declamação de um poema e uma peça de teatro dramatizada pelo Grupo Nun’álvares, que divertiu bastante os presentes na sala.

Quero destacar também o momento em que foi proposto um minuto de silêncio em homenagem ao columbófilo, antigo diretor e presidente da ACD Braga, Sebastião Martins, que faleceu este ano. Todos os presentes participaram e terminaram a pequena homenagem com um forte e sentido aplauso.

6-A poesia “silenciou” o auditório. Concorda? Porquê?

JLB-Em toda a Gala foi notável a atenção e a envolvência dos presentes nas diversas atividades mas, após a introdução ao momento e ao excelente trabalho da jovem Francisca Valente, desta feita pela Prof. Leonor Castro acompanhada de som de fundo em piano, todo o auditório ouviu, na maior das atenções, uma declamação sublime de um poema em verso, com base no tema da 44ª Exposição Nacional, “À descoberta do pombo correio”.

Foi um momento literário mágico e profundo, marcado por um silêncio incrível, a contrastar com um forte e longo aplauso mais que merecido, de um trabalho de pesquisa sobre columbofilia, que resultou na composição e elevação em termos literários do nosso muito amado e querido “Pombo Correio”.

7-Que opiniões recolheu junto dos columbófilos e dos visitantes que participaram no evento?

JLB- Recebi as melhores opiniões que se podem esperar. Um pouco à imagem dos comentários referentes à organização da 44ª Exposição Nacional, também este evento foi alvo de uma avaliação muito positiva. Das mais variadas formas de expressão, foram ocorrendo felicitações pela constante inovação e elevação do evento, a um nível que agrada e enche de orgulho quem nele participa, com especial destaque os vencedores que são a razão da realização das Galas de entrega de prémios.

8-A encerrar o mandato, qual é o balanço da direção e, em particular, do seu, ainda, presidente?

JLB- O nosso balanço é marcado pela  satisfação e  pelos resultados conseguidos, ou seja, temos o sentimento de dever cumprido, que resulta de um projeto que teve início há sete anos atrás. O diálogo com os columbófilos do distrito de Braga foi ferramenta fundamental, para definirmos a estratégia pela qual nos guiámos.

Esta Direção deu continuidade ao projeto, pois os elementos que a compõem vêm da anterior. Acrescentou mais alguns desafios, reforçou o espírito de equipa e achamos que são visíveis os resultados. Quatro anos de calendário desportivo sem incidências dignas de registo, crescimento do número de columbófilos no distrito, maior número de participações nas Exposições Distritais, aumento da participação nas Galas de entrega de prémios e a realização da 44ª Exposição Nacional em Fafe, são pontos mais que suficientes para acharmos que foi um bom mandato, onde a columbofilia sai dignificada.

No meu caso, devo salientar a coesão, união e entreajuda da equipa que me acompanhou. Só assim, a remar num só sentido, foi possível fazer tanto. Devo relembrar que a ACD Braga não dispõe de funcionário na secretaria. Por tudo isto sinto que foi um excelente mandato, tenho um enorme orgulho de ter liderado esta grande equipa e reforçado ainda mais a amizade e a cumplicidade que nos une.

9 – Que mensagem gostaria de deixar aos columbófilos bracarenses? E aos columbófilos portugueses?

JLB – Para os columbófilos de Braga quero, em primeiro lugar, agradecer o apoio dado ao longo deste mandato, os convites que me endereçaram e a forma como fui recebido nos seus eventos. Em segundo, dizer que foi uma honra servir o meu distrito, acompanhado dos meus colegas de direção. Optámos por novos caminhos, estabelecendo relações e colaborações, com as várias entidades que nos apoiaram nos mais variados momentos. Contribuímos para uma maior visibilidade deste desporto e procurámos também recuperar praticantes. Por último, quero dizer que estarei sempre disponível para apoiar e ajudar, caso se justifique ou assim entendam.

Em relação aos columbófilos portugueses deixo uma palavra de incentivo, e faço também um pequeno alerta para a forma como tratamos os nossos diretores. É cada vez mais difícil, dado grau de exigência e a vida profissional de cada um, ter pessoas de boa vontade nas direções. Não os esgotem com ações negativas, pelo contrário, sejam compreensivos e colaborem nos projetos e nas mais variadas atividades.

Temos uma meta comum que passa por fazer crescer e dar maior visibilidade ao nosso desporto. A juntar a isto temos de “contagiar” e trazer novos praticantes para a columbofilia, isso é obrigação de cada um de nós. Os columbófilos nunca se podem esquecer de praticar a columbofilia com alegria, seriedade e responsabilidade. Desejo que a próxima campanha possa coroar o esforço despendido pelos columbófilos e que, no final, os vencedores sejam, justamente coroados. Deixo um grande abraço para todos, e um obrigado à columbofilia pelos amigos que fiz e farei dentro desta grande família.

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Na cerimónia marcaram presença, entre outros, o vice-presidente da Câmara Municipal de Fafe, Pompeu Martins, o presidente da FPC, José Luís Jacinto e o coordenador desportivo da FPC, Almerindo Mota. Veja os momentos do jantar de Gala.

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Todas as fotografias utilizadas foram cedidas pela Escola Profissional de Fafe. Com a gala, o município encerrou um ano em que esteve no centro das atenções dos columbófilos a nível nacional e internacional. As cerca de 250 pessoas que estiveram presentes saíram com a certeza de que foram bem recebidas nesta “sala” e o município de Braga voltou a mostrar credenciais na organização de grandes eventos.

 

Almoço reuniu columbófilos e promoveu troca de borrachos em Cabeço de Vide

No passado domingo, dia 17 de setembro, a localidade de Cabeço de Vide, no concelho de Fronteira, distrito de Portalegre, acolheu mais uma edição do almoço entre columbófilos. A marcar o dia, para além do convívio entre os presentes, esteve a habitual troca de borrachos, efetuada através de um sorteio.

Durante o período da manhã os visitantes visitaram as instalações das Termas da Sulfúrea, uma das riquezas naturais de Cabeço de Vide. O almoço decorreu no café-restaurante Termas da Sulfúrea, tendo o leilão decorrido após a refeição. No evento estiveram presentes, entre outros, o presidente da Câmara Municipal de Fronteira, Rogério Silva, o presidente da Junta de Freguesia de Cabeço de Vide, João Olaia, e o presidente da FPC, José Luís Jacinto.

O organizador do almoço foi o columbófilo local, Pedro Barradas, que concedeu uma entrevista à FPC. Pode ler a seguir ou aqui – Entrevista Pedro Barradas

 FPC – Quem esteve na organização deste evento?

Pedro Barradas (PB) – A edição 2017,do almoço convívio de troca de borrachos, foi organizada por mim.

Onde decorreu?

PB-Em Cabeço de Vide, no restaurante das Termas da Sulfúrea.

Quantos columbófilos marcaram presença?

PB-O almoço contou com 69 participantes, na grande maioria columbófilos. Também tivemos alguns amigos, que não praticam a modalidade, presentes.

Quais foram “os pontos altos” deste encontro?

PB- O encontro teve três “grandes” momentos. O primeiro esteve relacionado com uma visita às instalações das Termas da Sulfúrea, aqui em Cabeço de Vide, que se caraterizam por uma beleza ímpar. Em seguida decorreu um almoço convívio, que foi marcado pela troca de histórias e experiências entre os columbófilos presentes. O terceiro grande momento foi a troca de borrachos, através de um sorteio.

Esta reunião de columbófilos já acontece há alguns anos. Sente que tem sido benéfica para a columbofilia do concelho e do distrito?

PB-Este almoço já tem mais de uma década. Os convívios entre amigos e columbófilos são importantes aqui, mas julgo que são importantes para qualquer parte zona do país.

Que opiniões lhe transmitiram os columbófilos?

PB- As opiniões que me transmitiram foram muito positivas. A columbofilia também é marcada por este aspeto, o convívio.

Que importância tem, na sua opinião, este tipo de eventos para a columbofilia nacional?

PB-Considero que são importantes para a nossa columbofilia. Isso explica-se, por exemplo, com a presença na nossa iniciativa de columbófilos de Aveiro, Évora, Guarda, Lisboa, Portalegre, Setúbal e Viseu.

Que palavras gostava de deixar para os que participaram no encontro?

PB-Gostava de agradecer a todos os que estiveram presentes. De destacar a presença do presidente da Câmara Municipal de Fonteira, Rogério Silva, do presidente da Junta de Freguesia de Cabeço de Vide, João Olaia, e do presidente da Federação Portuguesa de Columbofilia, José Luís Jacinto, algo que demonstra o apoio e o respeito que a columbofilia tem em todo o concelho.

É uma iniciativa que se pode repetir no futuro?

PB-Este almoço de troca de borrachos já tem cerca de 15 anos. Uma das particularidades está no facto de, em todas as edições, o ponto de encontro ser num local diferente. Durante o almoço é decidido o próximo local. Posso adiantar que, em 2018, esta iniciativa irá decorrer em Castelo Branco.

Algumas fotografias do evento, cedidas à FPC pelo site columbofilia online.

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Em 2018 o almoço vai decorrer na Beira Baixa, em terras albicastrenses, na cidade sede de distrito, Castelo Branco.

Mira2017: entrevista a Martin Saevareid-vencedor individual do FCI Grand Prix Portugal

A 20ª edição dos Campeonatos Internacionais de Columbofilia, que teve como “casa” o Columbódromo Internacional Gaspar Vila Nova, em Mira, concentrou os olhares de columbófilos de todo o mundo na vila do distrito de Coimbra.

A prova final, que decorreu no passado dia 2 de setembro, teve 1089 “atletas” a participar, tendo a solta decorrido às 7h30, no município de Almodôvar, no distrito de Beja. Os “atletas” efetuaram um percurso de 330 kms, começando a dar entrada nos pombais ao início da tarde. O segundo, da classificação geral, a chegar foi o pombo-correio noruguês, com a anilha nº032-118/17. Ao dar entrada às 13h29:43.3, voou para o 1º lugar, na classificação individual, no FCI Grand Prix Portugal, após uma média de 917,3759 m/m. A prestação valeu a conquista da prova ao columbófilo da Noruega, Martin Saevareid.

A FPC entrevistou o vencedor.O contacto entre as duas partes foi proporcionado pelo atual agente de promoção da prova de Mira na Noruega, Kurt Helgesen. Pode ver todos os agentes da prova de Mira aqui.

A entrevista com Martin Saevareid

Versão portuguesa- FCI_Grand_Prix-_Entrevista_Martin_Saevareid_-_português

English version-FCI_Grand_Prix-_Entrevista_Martin_Saevareid_-_English_version_

1-Que expetativas tinha quando decidiu inscrever este pombo-correio no FCI Grand Prix Portugal?

Martin- Inscrevi 4 pombos e as minhas expetativas passavam por, em primeiro lugar, entregá-los nas melhores condições durante o período de receção e em seguida tê-los prontos para o primeiro treino. O derby de Mira já é uma competição antiga e espero sempre uma boa gestão e tratamento.

2-Que importância tem este resultado para a si?

Martin- Ganhar uma grande prova de derbies era, para mim, um grande sonho. Já compito no circuito de derbies One Loft Race (OLR) há alguns anos, mas este ano decidi participar em mais provas do circuito e o sonho virou realidade. Irei dizer que há um tempo do antes e um após esta vitória, mas mantenho “ os pés no chão” e a minha participação no circuito de derbies OLR vai ser a mesma que tenho tido até esta vitória.

3- Foi a primeira vez que esteve representado na competição de Mira?

Martin- Não, também participei em 2016. Tinha um pombo-correio que estava no 15º lugar na classificação do Pombo Ás, antes da prova final. Na prova final ela só chegou no segundo dia, portanto não tive um grande sucesso no ano passado.

4- Acompanhou a prova? Se sim, como?

Martin- Sim, seguimos a prova através do site da Benzing, com alguns amigos. Após o resultado ficou claro que era altura do champanhe, do conhaque e da celebração.

5- Que opinião tem sobre os Campeonatos Internacionais de Columbofilia, realizados em Mira desde 1997?

Martin- No ano passado não fiquei satisfeito porque perdi vários pombos ainda numa fase prematura. Em 2017 foi muito melhor. Tive 2 pombos-correio a participar na prova final, eles conseguiram classificar-se no 1º lugar e no 41º na final do FCI Grand Prix, o que foi algo muito superior às minhas expetativas iniciais. Apesar de toda a informação e comunicação feita pela organização, gostava que fosse mais e melhor informação como, por exemplo, ao nível da confirmação da receção dos pombos e, também, mais relatórios sobre a evolução dos pombos.

6- No futuro pretende voltar a competir em Mira?

Martin- Sim, estou a planear estar representado na edição de 2018 da competição em Mira, desde que sejam arranjadas as condições adequadas para transportar os pombos da Noruega.

7- Quais são as caraterísticas que, no seu entender, mais se evidenciam nos pombos noruegueses?

Martin- Na zona onde eu moro, que é na costa oeste, somos apenas alguns columbófilos que se mantêm ativos. As condições meteorológicas são duras para os pombos. Provas com 100kms de extensão podem ser muito difíceis para os pombos-correio e eles chegam um a um. A natureza é dura, fiordes profundos e montanhas elevadas, com muitas águias e falcões, fazem com que o processo de seleção seja diferente de outros países. Gostamos de dizer que os nossos pombos-correio são impulsionados pela natureza e a expressão, “os mais fortes sobrevivem”, aplica-se.

8- Que mensagem gostava de deixar aos columbófilos que estiveram a competir em Mira?

Martin- Eu vou recomendar a participação na prova de Mira. O programa de treinos não é o mais duro e isso significa que muitos pombos-correio chegam à prova final do FCI Grand Prix. Isto dá aos columbófilos uma boa oportunidade para marcar pontos neste campeonato, o FCI Grand Prix.

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A classificação individual do FCI Grand Prix Portugal está disponível online

O Blogue e o site da FPC vão continuar a trazer-lhe mais entrevistas sobre a prova de Mira. Nas duas plataformas pode consultar todas as reportagens sobre os Campeonatos Internacionais de Columbofilia-Mira2017

Relembramos que já decorre o 2º leilão dos “atletas” que voaram nos Campeonatos Internacionais de Mira 2017. O lote A pode ser consultado aqui, sendo que as licitações decorrem até às 22h00 de amanhã, dia 20 de Setembro de 2017. Este lote de pombos será unicamente objecto das licitações feitas através da internet. A propriedade definitiva dos pombos será atribuída ao columbófilo que, no termo do leilão, tenha efectuado a licitação mais alta. O lote B pode ser consultado aqui. As licitações até às 22h00 de quinta-feira, dia 21 de Setembro e são feitas online, com a propriedade definitiva dos pombos a ser atribuída ao columbófilo que, no termo do leilão, tenha efectuado a licitação mais alta.

Como é habitual os interessados podem fazer licitações, em simultâneo, nos dois leilões. As chaves de acesso fornecidas para os leilões anteriores mantêm-se ativas. Se ainda não tem a sua chave de acesso, faça o seu registo ou contacte os serviços administrativos da FPC. Não perca a oportunidade de juntar à sua colónia “atletas” de qualidade, com linhagem de campeões.

MIRA2017: Equipa Cesário & Abílio Pereira conquista a Liga Nacional dos Campeões

A equipa da família Pereira, pois é constituída pelo pai, Cesário, e pelo filho, Abílio, viajou de Vila Nova de Gaia até Mira, para assistir ao vivo à vitória do seu “atleta” na competição destinada aos columbófilos portugueses: a Liga Nacional dos Campeões. Na prova destinada à participação dos Campeões Gerais das Coletividades Portuguesas, na Campanha Desportiva de 2016, o pombo-correio com a anilha nº 7410004/17, voou para o lugar mais alto do pódio, depois de ter alcançado uma média de 922,6468 m/m. O resultado deu-lhe a vitória na prova e, simultaneamente, o 1º lugar na lista de todos os pombos, após ter chegado às 13:27:40.0 na Prova Final.

Os dois elementos da equipa estiveram no Columbódromo Internacional Gaspar Vila Nova e Cesário Pereira mostrou-se “satisfeito” pelo resultado alcançado. O filho, Abílio Pereira, falou da sua ligação, desde tenra idade, à columbofilia e abordou a aposta feita no “atleta” que venceu a Liga Nacional dos Campeões.

Na segunda parte da entrevista, Cesário Pereira, revelou como passou a paixão da columbofilia para o filho e assumiu que o triunfo foi uma das vitórias “mais felizes” da sua carreira. Abílio Pereira mencionou que os Campeonatos Internacionais de Columbofilia, realizados há 20 anos em Mira, são “uma boa aposta”, tendo deixado em aberto a possibilidade de, em 2018, ter, novamente, representantes da sua colónia a voar na competição de Mira.

Algumas fotografias da equipa Cesário & Abílio Pereira.

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Ainda na Liga Nacional dos Campeões mas na classificação do Pombo Ás, o vencedor foi o alado com a anilha nº 7427103/17, em representação do columbófilo José Severino, que conseguiu uma média acumulada de 3957,5471. Na prova final este “atleta” chegou na 40ª posição, tendo conseguido uma média de 747,0937 m/m.

As classificações individuais estão disponíveis aqui e as do Pombo Ás aqui . A lista de chegada de todos os “atletas” pode ser consultada nesta ligação .

Ainda nas provas destinadas à participação  de columbófilos nacionais o vencedor, a nível individual, do novo Campeonato Nacional de Jovens (prova destinada unicamente à participação de jovens columbófilos portugueses, com idade até aos 25 anos e com licença desportiva ativa para o ano de 2017) foi o pombo-correio com a anilha nº 7230547/17, em representação de Daniel Oliveira. Na Prova Final este “atleta” chegou às 20:08:15.1, no 132º lugar, com uma média 435,2117 m/m. O resultado conseguido deu a este alado, simultaneamente, o 1º lugar na classificação do Pombo Ás, com uma média acumulada de 3479,8358.

Todas as classificações do Campeonato Nacional de Jovens podem ser vistas aqui .

Nos próximos dias vamos continuar a trazer-lhe diversas reportagens sobre os Campeonatos Internacionais de Columbofilia-Mira2017. Continue atento ao blog– e ao site da FPC.

Mira2017: Entidades Oficiais marcaram presença na Prova Final 

O dia da solta final da 20ª edição dos Campeonatos Internacionais de Columbofilia-Mira foi de emoções fortes, com o foco a estar centrado nos “atletas” que brilharam na Prova Final. A assistir à chegada dos pombos-correio e, também, a visitar o Columbódromo Internacional Gaspar Vila Nova, estiveram representantes de diversas Entidades Oficiais Portuguesas.

Ao início da tarde marcou presença o Secretário de Estado do Desporto e da Juventude, João Paulo Rebelo, que foi entrevistado após visitar “a casa” dos Campeonatos. Na primeira parte da entrevista, João Paulo Rebelo, revelou que ficou “impressionado” com o que viu, salutando ainda a organização da prova. O elemento do Ministério da Educação elogiou a criação de provas para os jovens, destacando também a “tradição familiar”.

Na segunda parte da entrevista, o Secretário de Estado, falou sobre a importância das infraestruturas para o crescimento de uma modalidade. João Paulo Rebelo, que almoçou na tenda colocada nas imediações do Columbódromo, revelou que saiu “ agradavelmente surpreendido” com tudo o que viu em Mira.

No período da manhã esteve presente o vice-presidente do Instituto Português do Desporto e  Juventude (IPDJ), Vítor Pataco, que, em entrevista à FPC, abordou a importância dos jovens para a modalidade e destacou a componentes social da columbofilia.

Vítor Pataco falou também sobre a forma como o IPDJ olha para a columbofilia e destacou o papel de iniciativas como os Campeonatos Internacionais de Columbofilia-Mira2017, na atração de novos praticantes para a modalidade.

Também a subdiretora-geral da Direção-Geral de Alimentação e Veterinária, Maria da Graça Fernandes, e o presidente da Câmara Municipal de Mira, Raul de Almeida, se deslocaram até ao Columbódromo Internacional Gaspar Vila Nova. Mostramos-lhe algumas fotos dos entrevistados e da visita às instalações.

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Nos próximos dias vamos continuar a trazer-lhe reportagens sobre o dia da Prova Final dos Campeonatos Internacionais de Columbofilia-Mira2017, por isso já sabe, continue atento ao blog-e ao site da FPC. Relembramos que todas as classificações finais estão disponíveis no site oficial dos Campeonatos, disponível nesta ligação.

A columbofilia no centro do debate durante o Ecomor2017 em Montemor-o-Novo

A 1ª edição do Encontro de Columbófilos em Montemor-o-Novo (Ecomor) decorre no próximo dia 3 de setembro (domingo), durante a Feira da Luz/ Expomor2017, uma iniciativa organizada pela Câmara Municipal de Montemor-o-Novo, em conjunto com a Associação de Produtores de Bovinos, Ovinos e Caprinos da Região de Montemor-o-Novo- Apormor.  O início do certame está marcado para o próximo dia 30 de agosto, com as atividades e os concertos a decorrerem até ao dia 4 de setembro, no município do distrito de Évora. O evento tem este ano um dia dedicado à columbofilia, com a realização do Ecomor2017. Durante todo o domingo, dia 3, a principal premissa é o debate sobre os temas que marcam a atualidade da columbofilia portuguesa, através de diversos colóquios com oradores convidados.

Com a organização a estar a cargo da Coprapec-Cooperativa Agrícola De Compra E Venda Montemor-O-Novo, Crl, em colaboração com 4 columbófilos montemorenses e o site Columbofilia Online, o evento conta com o apoio da Sociedade Columbófila Montermorense (SCC), da Associação Columbófila do Distrito de Évora (ACD Évora), da Associação APORMOR  e da Câmara Municipal de Montemor-o-Novo. O Ecomor foi criado a partir de algumas ideias das Jornadas Columbófilas de Montemor-o-Novo, iniciativas que decorreram em 2013 e 2014, dinamizadas pela SCC, que tinham como obejtivo o debate sobre temas de columbofilia.

O local escolhido para acolher o Ecomor2017 é o auditório do Pavilhão Apormor, localizado junto ao recinto do Parque de Leilões de Gado. Um dos responsáveis pela organização do evento, o columbófilo montemorense Roberto Santos, revela a principal ambição que está na base da criação do Ecomor, “queremos colocar Montemor-o-Novo como um local onde os columbófilos podem ter um evento para ir em família e um concelho onde existem oportunidades para se debater vários aspetos da columbofilia portuguesa”, destaca.

A cooperativa local, Copaprec, acabou por dar o primeiro passo para que a iniciativa se pudesse realizar, “eles tentaram criar um evento em que convidavam alguns veterinários para falar sobre diversos aspetos relacionados com o pombo-correio”, refere Roberto Santos. A experiência do columbófilo acabou por ser decisiva para aumentar o número de palestras programadas, “como eu já estive na organização de outros eventos, nomeadamente das Jornadas Columbófilas, fiz alguns convites a amigos pessoais que praticam a modalidade, no sentido de saber se estariam disponíveis nessa data”, declara Roberto Santos. O responsável sublinha a resposta positiva aos convites endereçados, “tive várias confirmações, o que permitiu criar um evento maior, com o foco a estar na área veterinária e em vários aspetos da competição”.

Consulte o programa completo do evento.

cartaz Ecomor-01

A sessão de abertura do Colóquio Copracec e do Ecomor, que decorre no auditório do Pavilhão Apormor, está marcada para as 09h45, do próximo dia 3 de setembro. O primeiro painel de debate, promovido pela empresa Zoetis, começa às 10h00 e tem como tema “o adenovírus nos borrachos”. A oradora convidada é a Dra. Inês Moniz, num momento focado, segundo Roberto Santos, “na questão das vacinas e na importância de uma vacinação correta dos pombos-correio”.

Às 10h30, no mesmo local, começa o segundo momento do colóquio. Dinamizado pela empresa Zoopam, cujo mote para o diálogo é “estratégias profiláticas de patologias em columbofilia”, terá como oradora a Dra. Paula Pereira e “vai abordar a forma de diminuir os efeitos de algumas patologias que aparecem nos pombos”, afirma Roberto Santos.

A manhã de colóquios termina com duas atividades que decorrerem em simultâneo. No auditório do Pavilhão Apormor, com início previsto para as 11h30, começa o painel com o tema “preparação de pombos para um concurso nacional”. Um dos oradores é o Major Carlos Martins, que “é um meteorologista conceituado a nível nacional e que, recentemente, começou a fazer previsões para o site do PIPA (PIPA, jornal da Bélgica, especializado em columbofilia https://www.pipa.be/)”, menciona o columbófilo montemorense. O segundo palestrante da sessão é o veterinário espanhol, Guilhermo Barrallo Fernandez, “que possui uma vasta experiência ao nível das análises, aconselhamento e apoio aos columbófilos, trabalhando, regularmente, com muitos columbófilos portugueses que já foram campeões em diversas provas a nível nacional”, destaca Roberto Santos.

Antes da pausa para o almoço, na sala nº1 do Pavilhão Apormor, com início marcado para as 11h30, decorre a sessão que tem o mote: “Há conversa com: estratégias profiláticas de patologias em ornitologia”. Uma sessão que “é uma mais-valia a nível da ornitologia e da columbofilia e que, quem sabe, poderá ter mais painéis de debate numa próxima edição do evento”, garante Roberto Santos, que clarifica, “ao lado do auditório há uma sala de reuniões, é nesse local que vai decorrer este evento ornitológico, ou seja, é no mesmo pavilhão mas noutra sala”. Relembramos que a ornitologia é o ramo da biologia que se dedica ao estudo científico das aves a partir de diversos aspetos do seu percurso de vida.

Os debates serão interrompidos, para o período do almoço, entre as 13h00 e as 15h00. Os interessados em disfrutar de uma refeição na Feira da Luz/Expomor deverão fazer uma pré-reserva. O responsável da organização deixa um desabafo sobre esta questão, “nós gostávamos de oferecer o almoço aos columbófilos que vêm mas, devido à falta de patrocínios, não conseguimos garantir a gratuitidade dessa refeição”, revelando que “a organização está a conversar com elementos da restauração que estarão presentes, no sentido de conseguir preços mais baixos para os participantes do Ecomor 2017”. Roberto Santos revelou que mais novidades sobre os valores devem “chegar nos próximos dias, sendo que será sempre necessária uma pré-inscrição para o almoço”.

Algumas fotografias do local que vai acolher o Ecomor2017, bem como o programa do evento e da Feira da Luz/Expomor. Pode também visualizar algumas imagens das Jornadas Columbófilas de Montemor-o-Novo ( 2013 e 2014).

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Se no período matinal o colóquio está mais centrado na área da veterinária, durante a tarde as atenções estão focadas na vertente de competição da columbofilia. O primeiro painel de debate começa às 15h00, no auditório da Apormor, junto ao recinto do Parque de Leilões de Gado. Sob o mote: “O Pombo campeão e os Campeonatos Nacionais de Fundo”, a sessão tem como oradores diversos columbófilos nacionais. De Beja, concorrente nas provas da ACD Beja e da Sociedade Columbófila Asas de Beja, Bruno Helena. Do mesmo distrito, mas do município de Serpa, Ivo Garcias, membro da Melrinitas Turismo Rural, equipa que compete, a nível de coletividade, na Sociedade Columbófila de Serpa e que se sagrou campeã nacional em 2017, na classificação do Campeonato do Pombo Ás, na especialidade de meio fundo, também irá marcar presença.

Do distrito que acolhe o evento, Évora, mas do município de Estremoz, estará José Carlos Medeiros, elemento da equipa Asas de Estremoz, conjunto que tem os seus “atletas” a competir nas provas da Sociedade Columbófila Rainha Santa Isabel, coletividade da ACD Évora. A equipa esteve em destaque na 44.ª Exposição Nacional e Pré-Olímpica de Columbofilia, evento que decorreu no início do ano no Pavilhão Multiusos de Fafe, no distrito de Braga, ao ter o pombo-correio que ficou no 1º lugar na classe de Standard, na categoria de Borrachos Machos. De salientar que esse alado representou Portugal nas Olimpíadas de Columbofilia que decorreram no final de janeiro, em Bruxelas, na Bélgica. O último orador deste painel é o columbófilo de Santarém, Ricardo Ferreira, que compete no Grupo Columbófilo do Cartaxo. O elemento da organização, Roberto Santos, menciona o que pode esperar quem vier assistir à sessão, “todos os oradores são columbófilos que têm pombos que se destacaram nesta campanha desportiva ou nas anteriores, assim, através dos seus relatos, baseados na sua experiência, estarão em debate diversas questões relacionados com a vertente competitiva da columbofilia”, assegurou.

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No segundo colóquio da tarde o destaque vai para o Campeonato Nacional de Fundo e as soltas a partir de Valência. Com início às 16h45, já depois da pausa para o café, prevista para as 16h30, o tema da última sessão do Ecomor 2017 é “Provas Nacionais”. Um dos palestrantes deste painel é o atual presidente da direção da ACD Aveiro, Luís Silva, dirigente que merece elogios por parte de Roberto Santos, “ na minha opinião é um dos destaques, a nível nacional, na organização de provas e em toda a gestão de uma Associação”, salientado algumas virtudes do convidado “a sua experiência e trabalho já demonstrado fazem com que seja, seguramente, um momento que vai valer a pena assistir”.

A equipa de Setúbal, Mira & Piedade, que é constituída pelos columbófilos, Francisco Mira e Eduardo Piedade, é outro dos destaques da sessão que irá encerrar as palestras do Ecomor 2017. Atualmente a competir nas provas da ACD Setúbal e, maioritariamente, ao nível de clube, na Sociedade Columbófila Pinhal Novo, foi na Sociedade Columbófila do Montijo que a dupla alcançou o maior feito na campanha desportiva de 2017. O conjunto teve um “atleta” em destaque no Campeonato Nacional de Fundo 2017 ao arrebatar o 1º lugar, a nível nacional, na classificação dos Melhores Pombos conseguindo, simultaneamente, ter o primeiro pombo comunicado em Portugal, na solta que decorreu em Valência, no passado dia 20 de maio.

De Évora estará presente José Carlos Miguéns, columbófilo da Sociedade Columbófila Rainha Santa Isabel, que em 2017 chegou ao 1º lugar, a nível nacional, no Campeonato do Columbófilo, na especialidade de fundo. O último orador a marcar presença é Pedro Barradas, columbófilo do distrito de Portalegre e que compete nas provas do Clube Columbófilo Asas de Portalegre. “Todos eles são praticantes que já conseguiram excelentes resultados, vamos ouvi-los, ver se houve alguma preparação especial e perceber o que eles fizeram na preparação para este tipo de provas”, destaca Roberto Santos.

A sessão de encerramento decorre às 18h00 e Roberto Santos assegura que “todos os que se deslocarem até Montemor-o-Novo vão sair a ganhar, porque ouvir quem já ganhou e debater sobre pombos, só enriquece a modalidade e os seus praticantes”, deixando também uma certeza, ”se vierem até cá, no próximo dia 3 de setembro, com as possibilidades que também há para as famílias, tenho a certeza que será um excelente domingo”.

Toda a informação sobre a Feira da Luz/Expomor será disponibilizada no site da Apormor e na página da Câmara Municipal de Montemor-o-Novo. Em relação ao ECOMOR, já existe um grupo na rede social Facebook, com o nome ECOMOR e, na mesma plataforma, também já está criado um evento , que contém, entre outros aaspetos, diversas informações sobre a iniciativa. Os dois recursos vão servir, segundo o responsável, para “disponibilizar ao público diversos conteúdos sobre as sessões:entrevistas, fotografias, vídeos e, possivelmente, diretos do evento”.

Com esta organização, Roberto Santos, quer que o Ecomor “seja um momento de partilha de experiências, em que se fala sobre a columbofilia, com o objetivo de ajudar a evoluir a modalidade”. Para todos os que vierem acompanhar os columbófilos até à Feira da Luz/Expomor não irão faltar atividades. O certame promove, entre outras iniciativas, visitas às Grutas do Escoural, classificadas como Monumento Nacional desde 1963, ou ao Centro Interpretativo do Castelo de Montemor-o-Novo. Decorrerem também exposições, mostras culturais e concertos. Roberto Santos revela-nos o seu principal desejo para o dia 3 de setembro, data da realização do 1ºEcomor, “espero que seja um domingo em família e que o dia corra da melhor forma, com os nossos visitantes a estarem contentes e satisfeitos por se ter deslocado até Montemor-o-Novo: as famílias por terem um dia diferente e os columbófilos pela oportunidade de debater os temas que interessam à modalidade, num momento que também é de convívio”, sublinhou o responsável, que aponta o Ecomor2017 como “o maior evento (não desportivo) Columbófilo realizado em Portugal”.

Para além do Parque de Leilões de Gado, a Feira da Luz/Expomor decorre, durante seis dias, em simultâneo, no Parque de Exposições Municipal de Montemor-o-Novo. A entrada em todos os eventos, em ambos os locais, é gratuita.

Fernando Justino: “É mais difícil treinar um pombo-correio que um guarda-redes de futebol”

Nascido em terras albicastrenses, decorria o ano de 1960 (é natural da freguesia de Salvador, no município de Penamacor, distrito de Castelo Branco) mas, desde muito novo, habituado aos ares e às rotinas da capital portuguesa, Lisboa. A vida de Fernando Justino está ligada ao desporto, nomeadamente a duas modalidades: o futebol e a columbofilia, ou melhor, a columbofilia e o futebol, porque aos 6 anos, o agora treinador de guarda-redes da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), teve o primeiro contacto com um pombo-correio, ainda antes de experimentar o “mundo” dos golos e das grandes defesas.

Entre os 11 e os 22 anos o Sporting Clube de Portugal foi a sua casa (saiu do conjunto verde e branco em 1980). Como guarda-redes passou depois por clubes como o Recreio Desportivo de Águeda, a União Desportiva de Leiria, o Clube de Futebol Os Belenenses, o Amora Futebol Clube, tendo terminado a carreira de jogador, ao serviço do Atlético Clube de Portugal (época 1997/1998). Foi internacional por Portugal nas camadas jovens, tendo participado no Mundial sub20, em 1980, no Japão (prova vencida pela Argentina de Diego Maradona, em que Portugal foi eliminado nos quartos-de-final pelo Uruguai, após vitória por 1-0 no prolongamento).

Abandonou os relvados por pouco tempo. A sua vida profissional continuou ligada ao futebol, tendo iniciado a carreira como treinador de guarda-redes na época 2001/2002, na equipa B do clube que o formou como jogador, o Sporting Clube de Portugal. Saiu da equipa leonina em 2006, quando decidiu abraçar o projeto de Fernando Santos que, na época, se preparava para orientar o Sport Lisboa e Benfica. Com o atual selecionador português viajou para a Grécia, onde acompanhou “o engenheiro” nos trabalhos na equipa de Salónica, o PAOK, 3 épocas, e na seleção Grega, em 4 temporadas (apuramento e fase final do Euro2012 e do Mundial2014). O regresso, pela porta maior, ao futebol português aconteceu em 2015, acompanhando novamente Fernando Santos. Durante o trajeto houve outra paixão que nunca foi esquecida, a columbofilia.

Em entrevista à FPC, Fernando Justino, falou sobre o início da sua ligação à modalidade e destacou as ajudas que teve para manter o seu pombal ativo, nomeadamente do amigo, e também columbófilo, Amadeu Júlio. O técnico sublinhou que a columbofilia “é uma paixão” e que as férias fora das quatro linhas são, muitas vezes, “passadas no pombal”.

Vários “atletas” da sua colónia competiram, durante a campanha desportiva de 2017, nas provas, ao nível da coletividade, da Sociedade Columbófila de Sacavém, ao nível distrital nas da Associação Columbófila do Distrito de Lisboa (ACD Lisboa) e, a nível nacional, nos Campeonatos Nacionais organizados pela FPC. Fernando Justino revelou-nos mais pormenores sobre a sua colónia, bem como algumas conquistas e prémios que já alcançou nas diversas competições. O treinador de guarda-redes da FPF, cuja velocidade é a especialidade de competição favorita, enumerou alguns aspetos positivos e negativos que se registam na evolução da columbofilia.

O técnico abordou a competição de Derbies, tendo dado a sua opinião sobre os Campeonatos Internacionais de Columbofilia-MIRA. Fernando Justino, quando não tem compromissos profissionais, tem por hábito ir até ao Columbódromo Internacional Gaspar Vila Nova assistir ao dia da prova final, que este ano decorre a 2 de setembro. O columbófilo deixou ainda uma mensagem para todos os que continuam a praticar a modalidade e para os admiradores do pombo-correio.

O columbófilo elogiou também os atributos do pombo-correio português.

Já depois de ter ajudado Rui Patrício a ser considerado o melhor guarda-redes do último Campeonato da Europa, foi agraciado com o Grau de Comendador da Ordem de Mérito pelo Presidente da República Portuguesa, Marcelo Rebelo de Sousa, tendo ainda, no passado mês de julho, dado o seu contributo para o inédito 3º lugar de Portugal na estreia na Taça das Confederações, na Rússia. No futebol os objetivos passam, agora, por levar Portugal a conseguir o apuramento para o Mundial de 2018, na Rússia. Na columbofilia os seus “atletas” têm somado bons resultados e Fernando Justino quer continuar a competir e a praticar este “hobby que muitos amadores amam”, confessou.

Algumas fotografias de Fernando Justino junto aos seus “atletas”.

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A conversa decorreu no pombal onde está instalada a colónia de Fernando Justino, em Sacavém. A FPC agradece a disponibilidade demonstrada para a realização da entrevista. Toda a reportagem está disponível, na íntegra, no BLOG e no site da FPC. Todos os vídeos da entrevista podem ser visualizados na conta de Youtube da FPC: FPC VIDEOS .

Columbofilia e futebol: duas modalidades que marcam a vida de Fernando Justino

No dia 10 de julho de 2016, em pleno Stade de France, o futebol português conquistou o título mais importante de seleções seniores, a nível europeu. O minuto 109, bem como o portentoso remate de Éder, ficaram nas memórias dos portugueses, tendo levado milhares de pessoas a sair à rua para festejar a vitória alcançada em terras gaulesas. A vitória por 1-0 frente à França foi conseguida com muito sofrimento, luta e, acima de tudo, uma crença inabalável de que era o momento de Portugal ser Campeão Europeu de Futebol.

Fundamental para este sucesso foi a equipa técnica da Seleção Portuguesa. Para além do rosto maior, o selecionador Nacional, Fernando Santos, também os treinadores adjuntos, os preparadores, os elementos do departamento médico e o staff foram essenciais para unir os jogadores e criar na equipa um espírito de conquista, alicerçado no sonho de vários milhões de portugueses e apoiantes da Seleção Portuguesa. Entre os elementos de confiança de Fernando Santos está Fernando Justino.

O atual treinador de guarda-redes -equipa sénior masculina- da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) integra as equipas técnicas do selecionador português desde os tempos em que o treinador orientou o Sport Lisboa e Benfica, em 2006/2007.Fernando Justino tem, para além do futebol, uma paixão por outra modalidade: a columbofilia.

Natural de Penamacor, no distrito de Castelo Branco, mudou-se, ainda muito novo, para Sacavém, em Lisboa, tendo iniciado a sua ligação à columbofilia com 6 anos, influenciado por um primo. Num percurso dividido entre o futebol e a paixão pelos pombos-correio, teve de interromper a atividade columbófila entre os 11 e os 22 anos, porque foi jogar para o Sporting Clube de Portugal. O regresso ao contacto com os “atletas de duas asas” deu-se quando foi jogar para o Clube de Futebol Os Belenenses (1983). Atualmente com 56 “ primaveras” já completadas, Fernando Justino, continua a competir nas provas da Sociedade Columbófila de Sacavém, coletevididade da ACD Lisboa. São quase 5 décadas de fascínio pelos pombos-correio, numa ligação que se vai mantendo bem viva e que sempre teve de conciliar com a sua atividade profissional: primeiro como jogador de futebol (foi guarda-redes -sénior- durante quase 2 décadas) e depois como treinador de guarda-redes. Atualmente mantém ativo um pombal, algo que só é possível devido à ajuda do amigo, também ele um columbófilo praticante, Amadeu Júlio.

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Amanhã contamos-lhe a história do columbófilo Fernando Justino. O técnico que ajudou Rui Patrício a ser considerado o melhor guarda-redes do último Campeonato da Europa, foi agraciado com o Grau de Comendador da Ordem de Mérito pelo Presidente da República Portuguesa, Marcelo Rebelo de Sousa, e, já no passado mês de julho, deu o seu contributo para o inédito 3º lugar de Portugal na estreia na Taça das Confederações, na Rússia. Na columbofilia os seus “atletas” têm somado bons resultados e Fernando Justino quer continuar a competir e a praticar este “hobby que muitos amadores amam”, confessou.

A conversa será disponibilizada, na íntegra, amanhã, no BLOG– e no site da FPC– , por isso já sabe, fique atento às notícias.

Alunos da EB1 de Esgueira tiveram um dia dedicado ao pombo-correio

Foi um final de ano letivo diferente para os alunos da Turma 1B, do 1º Ciclo do Ensino Básico, da Escola Básica de Esgueira (EB1 Esgueira), unidade escolar que está integrada no Agrupamento de Escolas de Esgueira. Durante toda a sexta-feira, dia 16 de junho, 18 crianças puderam contatar de perto com a columbofilia e, acima de tudo, ficaram a conhecer melhor o pombo-correio, bem como as suas “tarefas” ao longo da história da Humanidade.

Este dia diferente foi proporcionado pela Federação Portuguesa de Columbofilia (FPC) e a Associação Columbófila de Esgueira (ACE), coletividade fundada em 1952, na freguesia de Esgueira, no distrito de Aveiro. Os “atletas” do pombal pedagógico que está instalado junto à sede da ACE, que competem nas provas da Associação Columbófila do Distrito de Aveiro (ACD Aveiro), receberam a visita de 18 “pequenos” estudantes, num dia dividido entre em que o centro das atenções foi um: o pombo-correio.

Na parte da manhã, ainda nas instalações da EB1 de Esgueira, os alunos, para além de receberem mais informações sobre os alados e verem imagens de soltas, puderam enviar as suas mensagens através de pombos-correio. Durante a tarde as crianças visitaram o pombal pedagógico instalado junto à sede da AC de Esgueira.

O coordenador da área social e juventude da FPC, Manuel Pereira, contou-nos o que aconteceu nas instalações da EB1 da Esgueira, durante o período da manhã.

Na segunda parte da entrevista Manuel Pereira avaliou a importância deste tipo de ações para a conquista de novos praticantes para a modalidade. O coordenador da FPC falou também sobre o papel de um pombal pedagógico.

A acompanhar os jovens da turma 1B estiveram a coordenadora da EB1 de Esgueira, Guiomar Neves, e a professora titular pela turma, Cidália Silva. A coordenadora da escola, Guiomar Neves, explicou como surgiu a ideia da visita e revelou o interesse mostrado pelos alunos.

Na opinião de Guiomar Neves o contacto direto com animais é importante para crianças deste ciclo de ensino.

O atual presidente da direção da AC Esgueira, José António Ribeiro, também acompanhou a visita e foi o anfitrião dos visitantes. Em declarações à FPC, o responsável abordou a importância deste tipo de iniciativas.

Atualmente são 23 os columbófilos que competem nas provas da ACE. José António Ribeiro destacou a necessidade de “haver maior intercâmbio” entre as diferentes coletividades portuguesas.

Mostramos-lhe algumas fotografias com os vários momentos do dia.

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O dia terminou com um lanche oferecido pela ACE aos alunos e respetivos professores da EB1 de Esgueira. Entre a alegria, misturada com sorrisos e ares de surpresa, os suspiros devido ao calor também se fizeram sentir. Ainda assim, muitos jovens conseguiram ter uma pequena noção, alguns pela primeira vez, do que é a columbofilia. Os “atletas” ganharam novos fãs e, quem sabe, se a modalidade não ganhou futuros praticantes.

A reportagem pode ser consulta em http://www.fpcolumbofilia.pt/ ou no Blog da FPC – https://press.fpcolumbofilia.pt/

“Maratona animou Portugal” – Jornal Record – 11 de junho

No passado domingo, dia 11, o jornal Record dedicou duas páginas (página 40 e 41 da edição impressa) à columbofilia portuguesa. O maior destaque foi para os vencedores, de cada distrito, na primeira prova dos Campeonatos Nacionais de Fundo 2017 (CNFundo2017), mas também há a análise do coordenador desportivo da FPC, Almerindo Mota, à solta e algumas infografias.

Consulte aqui o pdf das duas páginas- REC11 de junho de 2017 e REC11 de junho de 2017-2.  As fotografias dos vencedores aparecem desfocadas no documento mas, na versão impressa, esse detalhe foi corrigido.

A reportagem foi também publicada online e pode ser consultada através da ligação- “Columbofilia: Maratona Animou Portugal”. A fotografia que acompanha a foto do trabalho publicado no site é da responsabilidade do próprio jornal.

Chamamos a atenção para o facto de, aquando da publicação, ainda não se saber do adiamento da segunda solta dos CNFundo2017, marcada inicialmente para este sábado, dia 17 de junho. Consulte o comunicado oficial do adiamento-Comunicado-2ª Prova Nacional-Valência-17JUN2017 e a previsão meteorológica, elaborada pelo meteorologista da FPC, Fernando Garrido, Relatorio meteorológico – solta de Valência- 17JUN2017.

No passado dia 13 foi emitido um novo comunicado com uma possível data para a realização da prova. O próximo domingo, dia 25 de junho, é a data, salvaguardando apenas qualquer evolução negativa no que respeita às condições meteorológicas previstas para aquela data. O comunicado pode ser consultado em –2º Comunicado-2ªProva Nacional de Fundo – Valência – 25 de junho de 2017 .

Recordamos todos os columbófilos que os encestamentos decorrem na próxima sexta-feira, dia 23 de junho.

Vamos trazer-lhe mais novidades sobre a prova. Já sabe, fique atento ao blog https://press.fpcolumbofilia.pt/ e ao site da FPC-http://www.fpcolumbofilia.pt .