Mais um treino de orientação dos pombos que participam em MIRA 2018

Algumas fotografias e um vídeo de mais um treino de orientação dos pombos que participam nos diversos campeonatos no columbódromo de Mira – 16/07/2018

Informamos que o treino do dia 17 passou para o dia 18 tendo em conta que realizamos hoje mais um treino de orientação.

 

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Pequeno resumo em vídeo

José Carlos Carrapiço Miguêns, teve o 1º pombo com a melhor média na prova nacional de Valência Del Cid, no distrito de Évora, com o pombo nº 7516812/17.

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Como e quando é que decidiu entrar para o “mundo” da columbofilia?  

JM – Sou columbófilo há 30 anos. Anilhei os meus primeiros borrachos em 1988 e as anilhas eram vermelhas.

O meu pai, na altura, ofereceu-me um casal de borrachos desanilhados que lhe tinha dado um amigo columbófilo e assim começou uma paixão que dura até aos dias de hoje.

Olhando para a solta do dia 2 de junho, o que pensa desta prova nacional de fundo de âmbito nacional organizada pela FPC? Que balanço faz?

JM – Olho para esta prova como  para todas as outras. Tento fazer o meu melhor para marcar na minha sociedade. O resto (distritais, nacionais) vem na sequência desse trabalho.

No global, o balanço é positivo. Naturalmente,  há sempre a questão da verdade desportiva e o que é o ideal para uns, não será para outros.

Qual é a sensação de ter ganho o 1º pombo com a melhor média do distrito numa prova com esta dimensão?

 JM – É uma alegria enorme ganhar um 1º lugar, seja ele no clube ou a nível distrital.

Que tipo de preparação fez aos seus pombos para esta prova?

JM – Trabalho os meus pombos para estarem com a melhor saúde e forma física possível. Depois é uma questão de escolher os melhores atletas que tiver no pombal para encestar.

Acha que a Federação Portuguesa de Columbofilia deve continuar a organizar as provas de fundo de âmbito nacional (soltas únicas e conjuntas) com partida em Valência?

JM – Penso que sim, porque Valência é o ponto mais central para todo o país, proporcionando um bom ponto de equilíbrio para os diversos participantes. Depois os ventos e os bons pombos farão o resto.

 

Daniel Santos Cordeiro, teve o 1º pombo com a melhor média na prova nacional de Valência Del Cid, no distrito de Leiria, com o pombo nº 5376249/15.

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Daniel Santos Cordeiro, teve o 1º pombo com a melhor média na prova nacional de Valência Del Cid, no distrito de Leiria, com o pombo nº 5376249/15.

Como e quando é que decidiu entrar para o “mundo” da columbofilia?  

DC – Sou columbófilo há 16 anos. Em 2001/2002 soube que no meu concelho havia uma colectividade de columbofilia e um dia passei por lá para me informar do que era preciso para participar. Como a resposta foi do meu agrado,  continuo a concorrer nesse clube até à data.

Olhando para a solta do dia 2 de junho, o que pensa desta prova nacional de fundo de âmbito nacional organizada pela FPC? Que balanço faz?

DC – Em primeiro lugar, penso que não se devia chamar de nacional, mas sim clássica Distrital, pois as distâncias entre os columbófilos são muito grandes.  As condições climatéricas também têm muita influência (ação do vento). Como exemplo, este ano, nos primeiros 500Km percorridos, os pombos apanharam vento de rabo e nos últimos km o vento passou a ser vento de bico. Os columbófilos que estão mais próximos de Espanha é que são Campeões Nacionais. Possivelmente, os pombos mais a litoral de Portugal passaram com melhor média na zona dos campeões mas não são considerados campeões porque, por influência do vento e com muito mais Km para voarem, a sua média forçosamente tem que ser menor.

 Qual é a sensação de ter ganho o 1º pombo com a melhor média do distrito numa prova com esta dimensão?

DC – O ano passado já tínhamos tido uma boa prestação, mas é um grande orgulho termos conseguido ficar à frente dos melhores do nosso Distrito. Para nós é um reconhecimento do trabalho de há vários anos.

 Que tipo de preparação fez aos seus pombos para esta prova?

DC – Não fazemos nenhuma preparação especial para este tipo de prova, é sempre a mesma que fazemos para provas de fundo. Penso que é preciso ter muita sorte, porque este ano chegaram-nos pombos de qualidade batidos.

 Acha que a Federação Portuguesa de Columbofilia deve continuar a organizar as provas de fundo de âmbito nacional (soltas únicas e conjuntas) com partida em Valência?

DC – Sim, acho que se deve fazer 2/3 provas com solta conjunta, mas só para quem queira participar, e nunca chamar-lhe  provas Nacionais, no máximo provas  conjuntas distritais ou clássicas de Valência /Barcelona.

A equipa “Asas da Casinha da Gala”, teve o 1º pombo com a melhor média na prova nacional de Valência Del Cid, no distrito de Faro, com o pombo nº 4384707/14.

 

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Como e quando é que decidiu entrar para o “mundo” da columbofilia?

AG – Sou columbófilo desde 2013. O meu pai e os meus tios sempre foram columbófilos e desde miúdo que os ajudo com os pombos. Assim que arranjei um sítio para construir um pombal e construir a minha própria colónia, não hesitei em começar a concorrer.

Olhando para a solta do dia 2 de junho, o que pensa desta prova nacional de fundo de âmbito nacional organizada pela FPC? Que balanço faz?

 AG – Sinceramente, para nós no Algarve é um pouco injusto, devido ao arrastamento dos pombos para norte, onde claramente existe uma grande percentagem de pombos a concorrer.

Qual é a sensação de ter ganho o 1º pombo com a melhor média do distrito numa prova com esta dimensão?

 AG – É um orgulho, sem dúvida. Uma emoção imensa, uma alegria infinita…

 Que tipo de preparação fez aos seus pombos para esta prova?

AG – Tudo normal como nas outras semanas. Treino diário e uma boa alimentação.

Acha que a Federação Portuguesa de Columbofilia deve continuar a organizar as provas de fundo de âmbito nacional (soltas únicas e conjuntas) com partida em Valência?

AG – Na minha modesta opinião, acho que não. Como se tem visto, há imensos pombos extraviados e se for para continuar a organizar estas provas nacionais penso que a data deveria ser antecipada para evitar o calor.

Cândido Joaquim Calado Esteves, teve o 1º pombo com a melhor média na prova nacional de Valência Del Cid, no distrito de Viseu, com o pombo nº 6282281/16.

Candido Esteves

Cândido Joaquim Calado Esteves, teve o 1º pombo com a melhor média na prova nacional de Valência Del Cid, no distrito de Viseu, com o pombo nº 6282281/16.

 Como e quando é que decidiu entrar para o “mundo” da columbofilia?  

CE – O meu tio tinha pombos e apanhei o vício com ele, quando tinha mais ou menos 10 anos, mas só comecei a ser columbófilo a partir de 1993.

Olhando para a solta do dia 2 de junho, o que pensa desta prova nacional de fundo de âmbito nacional organizada pela FPC? Que balanço faz?

CE – Foi positiva mas gostava que  houvesse mais prémios monetários para cativar mais concorrentes.

Qual é a sensação de ter ganho o 1º pombo com a melhor média do distrito numa prova com esta dimensão?

 CE – Foi bom mas foi pena o segundo pombo ter demorado muito a chegar.

Que tipo de preparação fez aos seus pombos para esta prova?

CE – Boa alimentação e treino.

Acha que a Federação Portuguesa de Columbofilia deve continuar a organizar as provas de fundo de âmbito nacional (soltas únicas e conjuntas) com partida em Valência?

CE – Penso que sim, apesar de achar que não existe igualdade entre os columbófilos dos diversos distritos, porque uns pombos voam muito mais km que outros.

Penso que a primeira prova nacional podia ser realizada a 200 km a norte de Valência e a segunda a 200 km a sul de Valência.

José Francisco Ferreira Santos, teve o 1º pombo com a melhor média na prova nacional de Valência Del Cid, no distrito do Porto, com o pombo nº 5111006/15.

Foto columbofiloPombo Jose Santos

Como e quando é que decidiu entrar para o “mundo” da columbofilia?

JS – Na minha família já havia pombos-correios há muito tempo, mas só em 2001 é que comecei a concorrer. Desde sempre tive uma grande paixão pela columbofilia e acabou por ser um hobby e uma forma de esquecer os problemas da vida.

Olhando para a solta do dia 2 de junho, o que pensa desta prova nacional de fundo de âmbito nacional organizada pela FPC? Que balanço faz?

JS – Concordo com a organização das provas de fundo a nível Nacional. Torna-se engraçado saber que todos os pombos dos diversos distritos são soltos num mesmo local e que, a certa altura, eles têm que se dividir em várias direcções.

Qual é a sensação de ter ganho o 1º distrital numa prova com esta dimensão?

JS – Nos primeiros momentos fiquei nervoso, até que saíram as classificações finais e aí sim,  fiquei bastante contente. 

Que tipo de preparação fez aos seus pombos para esta prova?

JS – O principal é que os pombos estejam de boa saúde.

Em relação aos treinos, à segunda-feira os meus pombos apenas saem do pombal para esticar um pouco as asas. Já à terça-feira e à quarta-feira, os pombos voam 45 minutos de manhã e o mesmo tempo na parte da tarde.

A alimentação também é um pouco diferente porque vão necessitar de mais energia. Neste caso, à terça-feira junto mais milho na ração e à quarta-feira junto novamente milho e acrescento amendoim. São produtos que vão dar muita energia aos pombos devido ao seu grande desgaste físico por voarem tantos km.

Sempre que tenho tempo, gosto de lhes dar um banho e falar com eles. Como nesta prova o encestamento decorreu num feriado, pude observar melhor o estado físico dos pombos.

Acha que a Federação Portuguesa de Columbofilia deve continuar a organizar as provas de fundo de âmbito nacional (soltas únicas e conjuntas) com partida em Valência?

JS – Acho que devem continuar a organização das provas nacionais em Valência mas deveriam ser realizadas  duas provas, devido ao convívio que este evento gera.